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	<title>A Vida Não é Um Filme</title>
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	<description>"...e a mocinha se perdeu olhando o sol se pôr."</description>
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		<title>A Vida Não é Um Filme</title>
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		<title>Rotina ou na falta de.</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Feb 2008 12:14:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luiza B</dc:creator>
				<category><![CDATA[Capítulos]]></category>

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		<description><![CDATA[Com um trabalho regular e quatro freelas, aula a ser dada na segunda que vem, num curso novo (o que significam stresses diferentes dos habituais) e alunos cheios de perguntas para as quais não há resposta no mundo dos vivos (não ainda), duas viagens marcadas para os próximos dias, sendo uma a trabalho e outra [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=umfilme.wordpress.com&blog=2908003&post=6&subd=umfilme&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><span style="font-size:11pt;line-height:150%;font-family:Georgia;">Com um trabalho regular e quatro freelas, aula a ser dada na segunda que vem, num curso novo (o que significam stresses diferentes dos habituais) e alunos cheios de perguntas para as quais não há resposta no mundo dos vivos (não ainda), duas viagens marcadas para os próximos dias, sendo uma a trabalho e outra de puro deleite, torcendo para que tudo dê certo e sem atrapalhos e que a inteligência universal divina ou seja lá o que está por trás disso tudo mê dê uma forcinha para que tudo saia bem, a tempo e a contento.</span></p>
<p><span style="font-size:11pt;line-height:150%;font-family:Georgia;"></span><span style="font-size:11pt;line-height:150%;font-family:Georgia;">O tempo tem ajudado já que não faz aquele calor monstruoso e ainda estamos muito longe do frio, o que<span>  </span>significa uma temperatura variando entre 20°C e 25°C. O ideal para manter a concentração, a habilidade e, é claro, para que os assuntos não girem em torno do tempo e suas consequências. </span></p>
<p><span style="font-size:11pt;line-height:150%;font-family:Georgia;"></span><span style="font-size:11pt;line-height:150%;font-family:Georgia;">Já as tempestades&#8230;</span></p>
<p><span style="font-size:11pt;line-height:150%;font-family:Georgia;"></span><span style="font-size:11pt;line-height:150%;font-family:Georgia;">Alguém poderia fazer um favor de explicar aos arquitetos que luz não se teletransporta e que os fios elétricos não são necessáriamente bonitinhos, não “compõem a decoração” mas são imprescindíveis ao funcionamento dos aparelhos e luzinhas que eles tanto desejam. Por falar nisso, há uma maneira de dar a luz sem dor, ou quase.</span></p>
<p><span style="font-size:11pt;line-height:150%;font-family:Georgia;"></span><span style="font-size:11pt;line-height:150%;font-family:Georgia;">Meu cartão de ponto está ::quase:: exemplar. Nada vermelhinho, sem atrasos. Claro que não há adiantos também.</span></p>
<p><span style="font-size:11pt;line-height:150%;font-family:Georgia;"></span><span style="font-size:11pt;line-height:150%;font-family:Georgia;">Mas não, os problemas não sumiram, assim como os vizinhos mais malas do planeta também não. Agora há agravantes: eles têm cachorrinhos novos e que choram a noite toda – de fome. Como é que pode, um povo desses ter a guarda de alguma criatura viva?</span></p>
<p><span style="font-size:11pt;line-height:150%;font-family:Georgia;"></span><span style="font-size:11pt;line-height:150%;font-family:Georgia;">E, na atual conjuntura, o que mais me importa vai bem: Estão <u>todos</u> com saúde. Não há ninguém com doenças graves, nem internado, nem na iminência de catástrofe. E repito: na atual conjuntura, isso é o que mais me importa.</span><span style="font-size:11pt;line-height:150%;font-family:Georgia;">Para o desestresse geral da nação, bordo toalhinhas. </span><span style="font-size:11pt;line-height:150%;font-family:Georgia;">E academia, nada.</span><span style="font-size:11pt;line-height:150%;font-family:Georgia;">E o regime, virou des-regime. Já que não tenho tempo pra comer, quando como é por dias de privação. Então voltei a carregar barrinhas na bolsa, garrafinha dágua. A bolsa aumentou de tamanho, claro.</span></p>
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			<media:title type="html">Luiza B</media:title>
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		<title>Anatomia do inexplicável</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Feb 2008 12:04:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luiza B</dc:creator>
				<category><![CDATA[Capítulos]]></category>

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		<description><![CDATA[



A paixão é neurótica e vive procurando motivo para se autodestruir.  Reuní algumas teorias, todas do senso comum, óbvio, porque esse blog não tem cunho científico nem objetivo acadêmico, na tentativa de  explicar o que não se explica. Todavia, em momentos de falta de senso, qualquer teoria do senso comum pode ser bastante eficiente. 
Dizem que [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=umfilme.wordpress.com&blog=2908003&post=5&subd=umfilme&ref=&feed=1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p><span style="font-size:11pt;line-height:150%;font-family:Georgia;"></p>
<div style="text-align:center;"><img width="69" src="http://umfilme.files.wordpress.com/2008/02/redheart0.jpg?w=69&#038;h=205" alt="redheart0.jpg" height="205" style="width:171px;height:205px;" /></div>
<p></span></p>
<p><span style="font-size:11pt;line-height:150%;font-family:Georgia;"></span></p>
<p><span style="font-size:11pt;line-height:150%;font-family:Georgia;">A paixão é neurótica e vive procurando motivo para se autodestruir. </span><span style="font-size:11pt;line-height:150%;font-family:Georgia;"> </span><span style="font-size:11pt;line-height:150%;font-family:Georgia;">Reuní algumas teorias, todas do senso comum, óbvio, porque esse blog não tem cunho científico nem objetivo acadêmico, na tentativa de <span> </span>explicar o que não se explica. Todavia, em momentos de falta de senso, qualquer teoria do senso comum pode ser bastante eficiente.</span><span style="font-size:11pt;line-height:150%;font-family:Georgia;"> </span></p>
<p><span style="font-size:11pt;line-height:150%;font-family:Georgia;"></span><span style="font-size:11pt;line-height:150%;font-family:Georgia;">Dizem que nas paixões avassaladoras o prazo entre o apogeu e o<span>  </span>declínio é muito breve. Breve? Especificamente, quanto é a medida de “breve”? Um ano, um mês, um dia? Uma vida inteira? Pela falta de precisão da medida acredito que breve é tudo aquilo que deveria ter durado muito mais tempo. Ou ainda, em outra definição, é tudo aquilo que foi resumido, cortado em partes, mal saboreado.</span><span style="font-size:11pt;line-height:150%;font-family:Georgia;"> </span></p>
<p><span style="font-size:11pt;line-height:150%;font-family:Georgia;"></span><span style="font-size:11pt;line-height:150%;font-family:Georgia;">E o que fica depois desse período? O que sobra?</span><span style="font-size:11pt;line-height:150%;font-family:Georgia;"> </span></p>
<p><span style="font-size:11pt;line-height:150%;font-family:Georgia;"></span><span style="font-size:11pt;line-height:150%;font-family:Georgia;">Dizem que a paixão intensa sempre acaba. O que virá em seu lugar é um mistério, mas <b><u>três</u></b> hipóteses são possíveis.</span><span style="font-size:11pt;line-height:150%;font-family:Georgia;"> </span></p>
<p><span style="font-size:11pt;line-height:150%;font-family:Georgia;"></span><span style="font-size:11pt;line-height:150%;font-family:Georgia;">A primeira hipótese, dizem os <span> </span>mais sabidos, é uma ferida aberta (e eu não conheço figura de linguagem mais gasta do que esta). Tornam a vida irrealizada, estancada, meio amarga. Há quem goste de coisas meio amargas. <span> </span>A última história que li e acabou assim foi a de Camile Claudel. Ela enlouqueceu e, dizem, passou a rasgar dinheiro.</span><span style="font-size:11pt;line-height:150%;font-family:Georgia;"> </span></p>
<p><span style="font-size:11pt;line-height:150%;font-family:Georgia;"></span><span style="font-size:11pt;line-height:150%;font-family:Georgia;">Na segunda hipótese,<span>  </span>a paixão se esvai com<span>  </span>&#8212;&#8212;&#8211; (tempo, incompatibilidade,<span>  </span>rotina ou qualquer outra explicação conveniente), vira uma fumaça e quando for ver já não existe mais nem a sombra de <span> </span>sentimento algum ali, nem ódio, nem mágoa, nem carinho, nada. <span> </span>Deixa um oco. Como se nunca tivesse acontecido. E<span>  </span>onde existiam lembranças de algo assim, passa a existir uma placa de ‘<i>aqui jaz’</i> e tudo vira bossa. Cada uma vai para o seu lado, não restando nada em comum. Não ouvi contar casos relevantes sobre essa hipótese, a não ser em revista Caras. Até porque essa hipótese não é mesmo relevante.</span><span style="font-size:11pt;line-height:150%;font-family:Georgia;"> </span></p>
<p><span style="font-size:11pt;line-height:150%;font-family:Georgia;"></span><span style="font-size:11pt;line-height:150%;font-family:Georgia;">E na terceira hipótese – e aquela para a qual fazemos toda a torcida do mundo &#8211; Um outro jeito de acabar (que não é acabar, é transformar) <span> </span>é <u>quando vira amor</u>. Quando apesar, e por causa de, todas as mágoas, palavras atravessadas, esperas angustiosas, situações embaraçosas as pessoas acreditam ainda no futuro juntas. Mas, ao contrário das outras duas, a terceira hipótese dá um trabalho do cão.<span>  </span>É preciso reiventar a forma e o conteúdo, aturar diferenças, reformular o modelo, não acomodar-se, concentrar-se,<span>  </span>engolir uns sapos em silêncio, abrir mão de algumas coisas, aceitar que se vai ganhar outras. E, antes de tudo, é preciso do empenho de duas pessoas. Uma só não consegue levar o projeto adiante. Devia ser a isso, a todo esse trabalho, que Vinícius se referia quando escreveu tantas regras em “Para Viver Um Grande Amor”. E ao que me parece ele tentou. E tentou umas nove vezes.</span></p>
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		<title>Prólogo</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Feb 2008 19:32:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>luiza B</dc:creator>
				<category><![CDATA[Capítulos]]></category>

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		<description><![CDATA[Pela atenção, obrigada.
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			<content:encoded><![CDATA[<div class='snap_preview'><br /><p>Pela atenção, obrigada.</p>
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